Empresa de telemarketing é condenada a pagar R$ 5 mil para mulher após fazer perguntas sobre vida sexual no processo seletivo

O caso foi para a 27ª Vara do Trabalho de Salvador, onde a juíza negou o pedido de indenização por danos morais. Segundo ela, embora o questionário trouxesse perguntas pessoais, não havia prova suficiente de constrangimento ou de discriminação.

Ao analisar o recurso, a 3ª Turma do TRT-BA entendeu que as perguntas feitas pela empresa tratavam de temas íntimos, não tinham relação com as atividades do cargo e tinham caráter excludente.

Apesar da indenização por danos morais devido as perguntas feitas no questionário, a Justiça entendeu que a empresa tinha o direito de encerrar o vínculo, já que não havia estabilidade no período.

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